Colégio ganha meliponário

Desde a semana passada, as abelhas sem ferrão ganharam um lugar especial no João. Também conhecidas como abelhas indígenas, essas espécies, que já frequentavam as plantas e flores da Escola, podem, agora, ser observadas na entrada da horta, na área atrás da Biblioteca, no meliponário do Colégio João XXIII. 

O meliponário é um projeto coletivo, que contou com o apoio das biólogas Juliete Claro - laboratorista da Escola - e Letícia Troian - mãe de aluna. Além das biólogas, diferentes pessoas da comunidade se envolveram na criação do espaço, como a ex-estudante, bióloga e paisagista, Adriana Schüler, e os setores de Manutenção e Serviços Gerais. Os alunos foram representados pelo 2º ano do Ensino Fundamental, que iniciou a plantação do jardim com flores que servem como fonte alimentar para as abelhas. “A ideia é envolvermos todo o Colégio no uso do meliponário, que é um importante instrumento para o equilíbrio do ecossistema e à preservação das espécies nativas”, disse Juliete. 

Com o objetivo de envolver as crianças da Educação Infantil no cuidado e na preservação deste espaço, Letícia e Juliete conversaram de forma interativa com os pequenos. “Para mim está sendo um privilégio poder compartilhar com eles a chegada desse cantinho. É uma alegria ver as crianças apresentando as abelhas sem ferrão para os pais”, disse a mãe e bióloga Letícia, que também chamou atenção para a necessidade do cuidado coletivo. “O pedido que fazemos é que a comunidade admire o meliponário somente com o olhar”, enfatizou Letícia.