Na terça-feira, 29, aconteceu a reunião do Conselho Deliberante da Fundação Educacional João XXIII do mês de setembro. De forma online, a assembleia reuniu 69 pessoas entre conselheiros, representantes das diretorias, profissionais e Grêmio Estudantil do João XXIII (GEJ). Na ocasião, além da apresentação do cenário das novas matrículas para 2021, a Diretoria Executiva da Fundação fez uma atualizou sobre aspectos financeiros. Também estavam na pauta, as ações do COE do Colégio João XXIII, um resumo do plano de retorno às atividades presenciais e a abertura do processo de renovação para bolsas de estudos no Colégio João XXIII. Para novos bolsistas, ainda não há data definida.

A redução da inadimplência na Escola, se comparada com o início da pandemia, esteve entre as pautas relacionadas com o financeiro. Atribui-se essa redução, em parte, à política de descontos implantada ainda no primeiro semestre. Outra boa notícia são as matrículas de novos estudantes. Em prol da manutenção e do bom andamento do planejamento orçamentário é importante que todas famílias respondam a pesquisa sobre o perfil financeiro disponível no site. 

Sobre o plano de retorno, ainda sem data marcada, o Colégio está trabalhando para finalizar os processos de escuta de toda a comunidade e organização de espaços. Integra a preparação, a divulgação de documento explicativo que inclui programação de aulas, organização da estrutura física, protocolos e esquemas de ação. Para as conselheiras e mães de estudantes do João XXIII,  Candice Gullo e Viviane Clavijo, “o material relativo ao guia de protocolos é claro, organizado e acessível”, afirmaram em mensagem. 

Além da escuta dos estudantes e famílias, realizada pelo Pedagógico, a equipe dos Recursos Humanos e o psicólogo institucional Cristiano Hamann estão trabalhando com os profissionais do Colégio a fim de organizar escalas e modo de trabalho. 

A ideia é que a partir deste trabalho, se montem "grupos estáveis" (sempre o mesmo grupo de pessoas). A diretora Márcia Valiati explicou, por exemplo, que um estudante que decide continuar apenas com as aulas síncrona, não pode passar a frequentar as aulas presenciais sem que aconteça uma nova organização. “É um trabalho complexo e único na cidade. Respeitoso, humano e um diferencial da nossa Escola”, diz a conselheira e mãe, Ana Laura Giongo. 

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