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Despertar a consciência cidadã dos estudantes está entre os propósitos do Colégio João XXIII. Por isso, a escolha dos representantes de turma, no 5º ano, faz parte de um primoroso trabalho realizado pela orientação educacional Rosa Berrutti e a professora de História e Geografia Thaís Meditsch, ambas do 5º ano.

O trabalho também é um reflexo da gestão democrática da Escola. Assim como mães e pais são representados por meio do Conselho Deliberante, os estudantes têm no Conselho de Alunos (CA) um espaço para sugerir, reivindicar e multiplicar ideias tanto para os colegas quanto para o Serviço de Orientação e Psicologia (SOP) e Direção. “Agora é a fase do experimentar e é muito importante que eles tenham esta oportunidade. Assim, mais para frente, os alunos já saberão que a liderança dá trabalho e o mais importante é querer assumir este compromisso”, observa. 

A novidade desse ano ficou por conta da presença da Escola Judiciária Eleitoral do Rio Grande do Sul, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE), que trouxe urnas eletrônicas para a votação. Antes da votação, as crianças participaram da palestra “Educação para Cidadania”, ministrada pelo assessor jurídico Alexandre Basílio. 

Das quatro turmas de 5º ano, o 5º E foi a única que elegeu Isadora Montano e Diego Martellet como representantes no 1° turno. Os demais voltam para as urnas no dia 19 de agosto. 

Os representantes de turma eleitos em agosto farão parte do Conselho de Alunos do Colégio João XXIII. Por meio de reunião, o grupo formado por estudantes desde o Ensino Fundamental tem a oportunidade de sugerir melhorias e mudanças para a Escola. “O campão, por exemplo, surgiu através de proposta do CA”, lembra Rosa.

O boletim das urnas está divulgado na etapa de 1º ao 5º ano.